Rebas no Iron Biker 2007

Amigos Rebas,

Os sentimentos dos corajosos Rebas no Iron Biker 2007 foram colecionados para partilharmos
com os demais membros do Grupo, um pouco do que vivenciamos em dois dias
de muita emoção. É realmente um evento que não podemos deixar de contar,
lembrar, recordar.

TRÊS ANOS DE IRON BIKER

Primeiramente quero dizer da minha percep��o sob a �tica de quem acompanha os feitos Rebas desde o come�o do Grupo. A seguir, quero como todos os demais
amigos Iron Bikers 2007, falar dos meus momentos nesta fant�stica experi�ncia. Combinamos tais depoimentos porque entendemos que � imposs�vel n�o expressar a validade desta viv�ncia. Creio que se n�o pud�ssemos contar as nossas impress�es aos amigos. Rebas ficar�amos com um gostinho de coisa inacabada.

Desde o ano de 2005, nossa primeira investida nesta grandiosa prova, a inten��o da Coordena��o fo Grupo foi a de cumprirmos um projeto de honra que era o de levarmos a galera e a camisa Rebas para este importante e prestigiado evento que entendemos ter a “nossa cara”.
Auto-supera��o � uma das m�ximas do Iron e a expectativa que t�nhamos era a de estimularmos os membros Rebas para a prova e para a partilha com outros participantes Iron que t�m o mesmo princ�pio. Apesar da prova ser competitiva, h� destaques e p�dios para os primeiros colocados mas, para quem n�o sabe a grande maioria dos aproximados 1000 ciclistas que participam v�o em busca de apenas completar a prova, tamanho o grau de dificuldade.

 

2005 foi um show. Levamos um grupo em torno 15 “atletas rebas” mais uns 20
acompanhantes s� pelo gostinho da festa.

Em 2006 para a nossa surpresa completamos uma trupe de 33 Rebas participantes da
prova fora os acompanhantes. Ouro Preto esverdeou. O comportamento do nosso
Grupo difere dos demais bikers e grupos porque a alegria e entusiasmo � �nica.
Parece realmente que a nossa galera entende de forma impl�cita os motivos da ida
Rebas ao Iron.


Comemoram o gostinho da experi�ncia. Levam com orgulho a nossa camisa. � uma viagem cara. Reconhecemos que todos os que v�o fazem, de alguma maneira um certo sacrif�cio. Nesta edi��o, fomos reconhecidos enfaticamente pela Organiza��o do Iron. Recebemos um trof�u de maior grupo e a imagem institucional Rebas ficou verdadeiramente marcada. Nas fotos e v�deo oficial, no contato com os demais ciclistas que queriam saber do Grupo e entender a nossa festa, enfim, na defer�ncia que tivemos por parte da Organiza��o.

O IRON BIKER 2007

2007. Mais um show! Mais 33 ciclistas extremamente pilhados, entusiasmados, vide pelos depoimentos na lista e destaques abaixo. O cen�rio de comemora��o de 15 anos de prova foi perfeito para a brincadeira Rebas.


Surpresas
Tivemos p�dios e surpresas marcantes. O trio Leo Penido, S�rgio Albernaz e Adilson Moraes (Atu�rio) arrecadou o 2�. Lugar na Categoria Equipe. Foi uma desforra pela disputa do ano passado quando, em raz�o da chuva que abateu a regi�o nos dias de prova, eles perderam esta classifica��o que certamente teriam. Neste ano o Den�lson Postai que tamb�m compensou o esfor�o n�o reconhecido no ano passado, conseguiu juntamente com os amigos Carlos Dorneles
(Gordinho) e Cec�lia a mais alta posi��o da Categoria Equipe Mista, 1� Lugar.

Tem mais…al�m de termos recebido da Dire��o do Iron um trof�u de destaque pelo trabalho de inicia��o ao MTB realizado no Projeto DV. Todo o trabalho do Reb�o Marcelino sendo mais uma vez reconhecido por amigo, organizadores de prova e autoridades do Ciclismo, os especiais
participantes do Projeto DV arrasaram…com os nossos her�icos condutores (Lincoln, Beto e Felipe) e guerreiros DV’s (Henrique, Adauto e Reginaldo) representando o Projeto em terras mineiras.
Contamos tamb�m com a ilustre presen�a da nossa chefe de delega��o: Andr�ia (Amor) e o coordenador para assuntos competitivos: Marcos Humberto (Chambinho)…”

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 


Os resultados foram expressivos:

Categoria TD

5� Lugar: Felipe e Adauto

Categoria SP

4� Lugar:Beto e Reginaldo

5� Lugar: Lincoln e Henrique



Uma surpresa muito legal foi um carinho evidente do Chambinho no mais alto
destaque do p�dio, este membro da elite do MTB e membro honor�rio do Rebas que
levantou com orgulho a bandeira Rebas ao receber a premia��o de 1�. Lugar
Maratona 9. Outras surpresas tivemos com os membros iniciantes e n�o iniciantes
que se aventuraram a esta dura prova com obstina��o e muita ra�a. Saibam das
figuras e leiam os depoimentos do Ari Moura , Inaldo, Carlos Onofre, Gabriel,
Paulo Moutinho, S�rgio (Dart) e R�via (estagi�ria da Comiss�o de Trilhas).

Agora destaques � parte. Temos que reverenciar o sexy …sexa…sexagen�rio
Maur�cio Nassau pela excelente performance, os Condutores das Tandens que com
muito esfor�o obtiveram a coloca��o de p�dio. (as bikes quebram a cada esquina,
incr�vel). Valeu Bet�o, Felipe e o Capit�o Lincoln que deixou de competir em
equipe para servir com todo o zelo o Projeto DV e, finalmente a “Mestre da
Alegria” D�bora que contagiou a todos Rebas e n�o Rebas com o entusiasmo e
esp�rito catalisador antes, durante a ap�s o Iron. � isso mo�ada a Campanha
Rebas no Iron 2007 foi puro desafio, emo��o e divertimento.

 

Segue a lista completa dos bravos Iron Bikers Rebas 2007:

D�bora Alves /R�via Greice Greg�rio /Jo�o Gabriel N�brega P. Almeida / Marcos Reis Gama Filho / �rico Leonardo Ribas Feltrin / Renato Ara�jo Alves / Ari Moura de Oliveira / Chambinho / S�rgio G�rcia Camargo/Carlos Gon�alves Torres /H�lio Jos� de Freitas /Paulo Roberto de Souza Moutinho /Carlos Onofre Moreira / Maur�cio Nassau/ S�rgio Eduardo de Albernaz/Andr�a Regina Freitas da Silva /Eduardo de Ara�jo B�rgel /Janice Aparecida de Souza Pereira/M�rcio dos Santos Bittencourt/Felipe Paulo (Condutor DV)/Adauto Belle (DV)/Humberto Ferreira (Condutor DV/ TD/Henrique Caf� (DV)/Lincoln Chagas (Condutor DV)TD/Ailton M.
Coelho (DV)/ Denilson Postai/Leonardo Penido Maia/ Inaldo Mendon�a / Carlos Onofre / Carlos Grazziotin / Marta Cantarino / Edoardo Lando.

DEPOIMENTOS DOS PARTICIPANTES 2007

Janice A. S. Pereira

Serei breve realmente desta vez.

Fiz com dificuldades a prova. Estou semanalmente nos pedais, mas pouco me preparo para pedais dif�ceis em raz�o do dia-a-dia de trabalho. Todos os que me conhecem mais proximamente sabem que pedalo apenas aos domingos. Juntamente com a Deby e o M�rcio meu companheir�o de vida e de pedal, me preparei pelo menos psicologicamente para a quebradeira que sabia seria a prova. Subestimei….o desafio. Dizia…n�o, a gente aqui no Centro Oeste tem vantagem competitiva com tanto sol, calor e baixa umidade que enfrentamos…gosto de subidas, encaro bem…n�o ser� t�o dif�cil. Mas foi!

Galera, venci sim, os obst�culos dos dois dias, mas tive momentos de des�nimo em raz�o da quantidade de subidas. Principalmente no primeiro dia. Com 15 km para encerrar temos a falsa impress�o de pouca coisa, porque foi tanta dificuldade que parecia que chegar�amos ao C�u. Para finalizar a prova enfrentamos um incr�vel empurra bike nos �limos 5 km que me tirou um restinho de energia que tinha acumulada e para completar uma descida �ngreme em pedra apenas para chegar na Cidade.

No dia seguinte, a r�dio prova dizia…ser� mais f�cil, menor quilometragem e, mais uma vez subestimei a quebradeira. Prova t�cnica, trechos impratic�veis no pedal e um final angustiante para mim. T�nhamos o limite de chegar �s 13h30 em Mariana. Tempo definido pela organiza��o da prova. Fiz o percurso de 44km inteiramente tensa, ligada e com um sentido de urg�ncia. N�o queria ABSOLUTAMENTE perder a minha medalha de participa��o. O M�rcio ria de mim, teve trecho que empurrei brava porque queria chegar logo. Tinha um �nico pensamento…a minha merecida medalha depois de tanto sofrimento e chegar a tempo para o p�dio da galera. Isso mesmo, sabia que n�o tinha boa posi��o, nem pensava nisso. Na categoria casal com o M�rcio ficamos em 11� lugar. Cheguei 12h30. No s�bado sofri para completar, no domingo sofri para chegar em tempo.

Bem, mas dificuldades � parte, foi uma prova inesquec�vel. O visual  lind�ssimo, diferente, terrenos de todas as formas e cores..hehe, pedra marrom,
branca, preta, cascalhos diversos, singles para todos os gostos, ladeeeiiiiras intermin�veis. Adorei!

O que marcou. O carinho do M�rcio comigo, a minha insepar�vel amiga Deby que com toda a coragem, me estimulou muito. Ela se inscreveu e participou da categoria Elite. Sofreu tamb�m e encerrou o 2�. Dia no osso (13h30). Feliz da vida e com a reluzente medalha no peito. Fatos impressionantes – quantidade de deficientes que bravamente assumiram a prova. Li��o de vida e de amor a um esporte.

� isso galera para encerrar com chave de ouro esta aventura maravilhosa, s� mesmo a companhia nestes dias desta gente linda que faz parte do nosso grupo. Gente da mais alta qualidade. Pessoas que investiram seu tempo, dinheiro, energia e tamb�m carinho � camisa verdinha para brilhar nas Minas Gerais. Brincamos e rimos muito. Trocamos figurinhas com ciclistas de todo o Brasil. Levamos com muito orgulho o nome do Rebas do Cerrado para a hist�ria do MTB no Brasil.

Sinto-me assim…

Janice A. S. Pereira

Coordena��o do Rebas do Cerrado

Iron Biker

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## Inaldo

Amigos Rebas,

É com enorme satisfação que escrevo este e-mail, pois, no último final de semana, cumpri, de cabo a rabo, os percursos de Ouro Preto e Mariana, que correspondem ao Iron Biker Brasil 2007.

Meu, que loucura!!! Nunca poderia imaginar que, em menos de um ano, estaria andando no Iron Biker!! Bem, gostaria de poder compartilhar com a galera o que foi a prova e vou tentar ser o mais breve possível.

O primeiro dia foi muito difícil para mim: 75 km, com vários empurra-bike de matar. O calor estava forte e exigiu muito mesmo das pernas e do físico. Porém, como sempre, a companhia muito agradável do Reba Sérgio Dart me fez mais rir do que chorar! Alternando momentos em que nos entrosávamos com outros “cozinheiros” — um figuraça da Bahia e outro de Maceió — com outros em que estávamos mais concentrados em xingar quem havia escolhido uma trilha daquela.

Tenho que admitir que, não fosse pela força do Dart, eu teria desistido. Entre um apoio e outro, quando eu estava pedalando sozinho, pensava: “Tá bom, chega!!! Não aguento mais!! Eu nem me preparei mesmo para isso! Dane-se, pego o busão de apoio e termino logo com isso!”.

Aí eu chegava ao apoio seguinte e estava o Dart conversando com todo mundo, num “minerês” autêntico, e gritando comigo:

“Bora, poooorrra!!! Tá a trinta minutos esperando você chegar!!!”

Eu falava:

“Meu, vou parar…”

Aí ele respondia, em “minerês”:

“É proçê vê… A coisa que mais mi ripendi no mundo foi disisti do Audax 300, faltando 70 km. No fim, vi, cumigo mesmo, que eu guêntava mais um katiquinho, só… Bora, só mais um katiquinho…”

Aí eu ia mais um pouco e empurrava mais um pouco.

No fim, faltando 5 km para completar o trajeto, só nós, o Bahia e o Maceió na trilha, a organização vira para a gente e fala:

“É, minha gente, já são 17h30 e vocês vão ficar no escuro nesse último single. Queremos que saibam que estão indo por sua conta e risco e que o ônibus está aqui para levar vocês…”

Novamente, Mr. Dart salva a galera:

“Sua conta e risco o c….! Arruma dois motoqueiros para iluminar o caminho! Só!!!”

Depois de tudo isso, não chego de ônibus em Ouro Preto nem a pau!!!

Resumindo, levamos 9 horas para completar o trajeto e chegamos à Praça Tiradentes já de noite, às 18h30, recebendo os parabéns dos companheiros Rebas Carlos, Gabriel, Renato e Edoardo, que já estavam revisando os câmbios de suas bikes para o dia seguinte.

Aí é que eu fui entender por que Iron Biker… Eu estava moído!!!!! Sem forças para levantar o braço e, no dia seguinte, ainda tinha quase 60 km pela frente!

Esse foi outro momento difícil para mim. Ao chegar ao hotel, eu já dava como certa a minha não participação na etapa de Mariana. Tinha tido cãibras, estava cheio de dor muscular, que doía até para respirar. Fiz uma massagem e fui dormir pensando que o Iron já havia terminado para mim…

No dia seguinte, acordei muito bem por causa da massagem, mas ainda não estava convicto se iria pedalar ou não. Ao chegar ao refeitório para o café, vi todos os Rebas prontos para o segundo dia. Aí me bateu uma motivação extra e resolvi ir pedalar de qualquer jeito!!

Meu, outra loucura esse segundo dia! Achava que a altimetria mais suave seria mais fácil. Doce ilusão! Muitos trechos técnicos me obrigaram a descer da bike em algumas descidas e, com isso, perdia tempo, o que foi bom é que isso não era problema para meu companheiro de cozinha. E, com certeza, demos boas risadas nesse segundo dia de prova.

O ponto alto foi a entrevista com o mano da Bahia, o cara mais figura do Iron.

O Dart perguntava:

“O que você está achando da competição Iron Biker?”

E o mano respondia:

“Eu vou falar ao microfone durante a premiação que: Primeiramente: essa é uma prova desumana, compreendeu? Desumana!!!…”

E eu e o Dart caímos na gargalhada!!!

E assim fomos por quase sessenta quilômetros, dizendo que estávamos no limite, rindo, parando para ajudar ciclistas que provavelmente nunca mais veremos na vida e loucos para terminar com a nossa medalha de participação reluzente no pescoço!

Chegamos em Mariana às 14h20, com a premiação já rolando. Foi muita felicidade poder estar lá naquele momento!!

Nunca esquecerei da chegada: eu e o Dart, “disputando nariz a nariz”, respectivamente, o penúltimo e o antepenúltimo lugares. O último foi o mano da Bahia, que chegou uns vinte minutos depois.

Pois é, galera, escrevi esse tanto porque queria dar uma vaga ideia do que é estar numa competição dessas acompanhado da nossa galera Rebas.

O apoio que o grupo me deu foi fundamental para que eu me sentisse confortável em estar pedalando numa prova dessa envergadura.

No final, o que vale mesmo é estarmos bem com nós mesmos!!

Meu novo lema Rebas agora fica assim:

**”Pedalando ou empurrando, faça chuva ou sol, de dia ou à noite, em qualquer prova de MTB, nós chegamos lá!!!!”**

É isso aí, galera. Desculpem escrever demais!!!

Abraço,

**Inaldo**

**P.S.:** Novamente agradeço ao Uirá por ter me vendido sua inscrição e ter me dado a chance de participar desse evento superespecial…

## Ari Moura

Não sei por onde começar.

Primeiro, vou agradecer à comissão de trilha pela trilha Bom Tempo, que nos deu uma boa base de como andar no meio das pedras das Gerais.

Meus sinceros e emocionados agradecimentos ao meu amigo Zé. Você deve estar feliz em ver seu amigo cardíaco andando naquelas montanhas. Confesso que também fiquei feliz.

Aos amigos Rebas que me deram a oportunidade, mais uma vez, de partilhar uma viagem.

A emoção de estarmos todos ali, um pertinho do outro, na largada, na chegada, torcendo, vibrando com o sucesso de cada um. Como é bom ser tão bem recepcionado pelos locais!

Amigos que foram nos anos anteriores deixaram saudade e uma grande amizade. Como explicar sua ausência? Velhos amigos, vocês não disseram o que dizer a eles. Ficou uma grande saudade de vocês por lá.

Ah, e as montanhas! Como são altas! Subidas sem fim, descidas técnicas, muita pedra. Parecia até aquela música da Ivete Sangalo: “quero ver você descer bem juntinho e subir devagarinho”. Quem pode, pode; quem não pode, empurra montanha acima enquanto a elite passa.

Primeiro dia: cansaço, desânimo, dor, muita dor. De alegria, só as piadas do Dart com “Seu Baiano”.

E, por falar em Dart, o espírito Rebas ficou com você no Iron. Não deixou ninguém para trás: um verdadeiro e titular cozinheiro Rebas.

A Débora, como ficou linda a nossa bandeira, e brilhou mais uma vez.

Ah, andar com a rapaziada dos DVs, como é divertido! É bom ver vocês andando e muito difícil acompanhá-los. Meus parabéns, Andreia, e condutores. E não esqueçam de me convidar para a próxima viagem.

Segundo dia: vou tentar largar. Um sério problema de junta, sem força no braço esquerdo; ombro direito ainda dolorido da queda do dia anterior.

Toca o sino — digo, a música — começa a missa Rebas. Que trilha linda! Subidas honestas, muita sombra, mosquito, muito bate-papo… Uma trilha Rebas, até que enfim.

Assim foi meu primeiro Iron.

Fica meu convite ao Sérgio Dart e aos amigos aventureiros como eu: vamos no Cerapió em janeiro! Que tal, Débora, Jan, Biti, Eduardo, a nossa verdinha no sertão nordestino, para começar 2008 de boa, como diz o Goiano. Rsrsrsrsrsr.

Gaúcho, aquilo é subidão, pedal de quinta, heheheheheh. Não tem nem graça.

Ari Moura, da Asa Norte e não sentindo nada: pé, mão, braço, perna… O o o, velhice.

Abçs.

Inté ano que vem.

## Marco Antonio

Querida Janice,

Concordo com você que a participação no Iron foi uma experiência incrível, sobretudo pela união dos amigos Rebas e pela alegria de pertencer a esse grupo extraordinário.

Decidi ir ao Iron Biker na última hora, última hora mesmo, tipo dois dias antes de começar o evento.

Liguei para a Débora para receber sua tradicional carga de otimismo e alto-astral, bem como pegar dicas sobre o evento.

Viajei junto com a diretoria do Rebas, que, por sinal, foi muitíssimo agradável, e nos separamos em Ouro Preto, pois a pousada em Mariana, onde os demais Rebas estavam hospedados, já não oferecia vagas de última hora.

Não posso deixar de citar algumas coisas notáveis que percebi nesses dias, tais como a competição de sexta-feira, na qual a elite do MTB disputava nariz a nariz, nas subidas das ruas Direita e do Ouvidor, com “Coroço e Catraquinha”, na maior velocidade, quem estava mais preparado para o desafio.

Só vendo de perto para entender o que significa a palavra garra e superação.

Participei apenas do dia de sábado — 75 km de morros —, pois tinha que trabalhar na segunda-feira.

Nesse sábado, vi um atleta raçudo, que tinha apenas uma perna, dando tudo de si e cumprindo o percurso com muita energia. Isso tocou bastante minha vontade de fazer 100% do percurso do primeiro dia.

Presenciei uma tandem do projeto DV na trilha, mandando bem naquela agonia de subir e descer morro repetidas vezes, bem como me diverti bastante com as piadas do Sérgio “Mr. Dart” e do Inaldo, que ficavam tagarelando coisas engraçadas sempre que nos encontrávamos.

Completei apenas o dia de sábado, incluindo uma “caroninha básica” no Buzu do evento, para me adiantar uns 3 km e poder terminar a trilha final antes da escuridão total.

Concluí o percurso lá pelas 18h30, noite escura, morto de cansado, com as pernas picadas de mosquito, mas extremamente feliz por ter tido coragem de participar desse evento e de ter passado pelos desvios de 40% e 60% e continuado para tentar os 100%.

Só entende a energia do Iron quem participa dele.

Acho que essa experiência ficará na minha lembrança para sempre.

Muito obrigado, amigos Rebas, pela acolhida. Muito obrigado, amiga Débora, pelo otimismo. Saiba que isso opera milagres!

Um grande abraço a todos os amigos Rebas.

**Marco Antonio**

## Lincoln Chagas

Oi, Janice.

Concordo plenamente com você: este Iron tem que ser lembrado e festejado.

Devemos e temos que alardear nossas boas/ótimas aventuras e sucessos a todos, para que assim fique incorporado em nossas mentes.

Este foi o meu 4º Iron e quase não ia depois daquelas confusões na prova de 2006. Mas resolvi encarar o desafio e, desta vez, pilotando uma tandem com meu parceiro Henrique (DV), que estava se recuperando de uma “ite” e não pedalava havia mais de 20 dias.

As dificuldades e incertezas foram muitas para que a Delegação dos DVs pudesse competir no Iron — a Andreia pode relatar melhor —, mas não desistimos e superamos todos os obstáculos, claro, com a ajuda e participação de muitas pessoas.

Um dos fatos mais marcantes foi nossa hospedagem na República Marangalha: tratamento VIP do início ao fim e com direito a convite para nova hospedagem no ano que vem ou a qualquer hora que passarmos por lá.

Logo na sexta-feira, ao darmos uma voltinha de aquecimento pelas ladeiras de OP, as dificuldades já se apresentavam: problemas com câmbio e corrente, para variar.

O Henrique também sentiu diante de uma daquelas ladeiras monstruosas e intermináveis.

Era o começo e apontava para uma estratégia no dia seguinte: completar o percurso dentro do limite máximo estipulado para não sermos desclassificados.

Porém, quando vem a largada, a adrenalina aumenta na corrente sanguínea e faz a gente desembestar e tirar forças de onde não sei.

E assim foi no sábado, que era o dia mais longo e com grande desnível.

Apesar do câmbio travado, do calor elevado, das subidas intermináveis e da falta de treinos, chegamos em um bom 4º lugar.

Era a hora de outra correria e começar a nos preparar para o segundo dia: revisar a bike, trocar peças, conferir resultados e entrar com recurso, se fosse o caso, alimentar-se bem — principalmente o Henrique —, baixar a adrenalina, relaxar e descansar.

A Delegação levantou cedo no segundo dia. Na VANete Blue — outrora VANpira — do Cristóvão, fomos para Mariana.

Dada a largada, era só socar a bota e manter o 4º lugar ou até cair para o 5º, que aí ainda daria um pódio certo, certo?

De novo, muitos obstáculos a serem superados.

Depois de pedalarmos um bom percurso em 2º e estarmos a 12,5 km da chegada, a corrente quebra!!

Por mais de quarenta minutos tentamos consertá-la, em vão.

Ali assistíamos passar, um a um, centenas de ciclistas.

A pouco menos de cinquenta metros de nós, outra tandem dos DVs (Beto/Reginaldo) quebrara — era o quarto furo na câmara.

Após esses longos 40 minutos e sem corrente, resolvemos ir empurrando; montar nas descidas; patinar nas retas e, assim, poder chegar antes do fim da cronometragem.

Começamos uma longa caminhada e todos nos passavam.

Certamente chegaríamos além do tempo: não tinha mais medalha… e muito menos o tão sonhado pódio.

Tudo por causa de uma porcaria de corrente, marca “IG”, colocada na sexta-feira.

Mas seguíamos empurrando… nada de descida. Nenhuma descida!

Patinar era impraticável, já que o Henrique não podia fazê-lo.

A única certeza que tínhamos era que iríamos a pé e empurrando até a chegada; jamais entraríamos num resgate.

Muitos ofereciam ajuda, mas não havia o que fazer.

A Rávia nos incentivou por um bom tempo…

O sol de meio-dia estava forte. As sapatilhas já estavam apertando os dedos. A água estava no fim.

Mas… começamos a ver umas plaquinhas: “faltam 8 km (to go)”.

O ânimo aflorava à medida que nos aproximávamos, lentamente, das plaquinhas: “faltam 5 km (to go)”.

A menos de 4 km, fomos ultrapassados pelo último de nossa categoria.

A agonia do quase-pódio se repetia, agora em 2007.

“Faltam 3 km (to go).”

E assim íamos empurrando.

“Faltam 2 km (to go).”

Nada de descida.

No último quilômetro, vi que poderíamos chegar em tempo de pelo menos pegar uma medalha.

Então comecei a patinar com uma perna; cansava e patinava com a outra; parava; patinava com a esquerda; agora com a direita…

Finalmente avistamos a reta de chegada — um pequeno declive —, mais patinadas, e cruzamos em tempo e em último lugar da categoria.

Ficamos felizes com a recepção, com a medalha, com a festa e a alegria contagiante dos Rebas; mas frustrados porque uma corrente nos tirou o pódio.

Depois de sair o resultado, resolvi checar nossa classificação final. Fui atrás do regulamento; conta para lá, conta para cá e, numa combinação astrológica tal qual a de um eclipse, empatamos com 37 pontos no 5º lugar!

(Opa! Putz! Pódium!??!)

E, melhor ainda, no dia anterior — critério de desempate — ficamos na frente deles:

**PÓDIUM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!**

Era mais um **PÓDIUM DOS REBAS.**

Até a próxima,

**Lincoln**

## Paulo Moutinho

O melhor do Iron não foi a superação dos próprios limites físicos e de técnica, não foi encarar as subidas desumanas ou se divertir com trilhas deslumbrantes morro abaixo.

O melhor, certamente, foi a possibilidade de compartilhar tudo isso com as pessoas, os(as) companheiros(as) Rebas, que estiveram lá transmitindo pura emoção o tempo todo.

O convívio com nossos amigos de jornada permitiu que nos aproximássemos, que pudéssemos nos conhecer melhor — isto é, além dos domingos de trilha Reba —, dividir emoções, sonhos e receios.

Foi ótimo!

Valeu o esforço.

**Paulo**

## Carlos Onofre

Eu, que nunca participei de algo tão parecido, me amarrei de montão naquela prova. Eu sofri e me diverti em momentos diferentes.

A região é de rara beleza e a prova foi muito excelente, com muitas dificuldades e muita técnica, o que favoreceu grandes possibilidades para todos os bikers e categorias.

Show, nota 1000. Foi boa demais!

Me entreguei de corpo e alma naquela prova, sem contar com a beleza da região, com montão de subidas e raras descidas e naqueles singles.

Apesar de ter quase 1 ano de biker, o IRON BIKER é um resumo de todas as pistas e trilhas que já fiz.

No sábado, pela manhã, eu só esperava o momento de começar. Depois da largada, passei por vários momentos totalmente diferentes, mas consegui vencer a todos, principalmente naquele primeiro carrega-bike, onde era possível ver o sofrimento e a força dos participantes que tentavam encontrar a melhor maneira de vencer os obstáculos.

No meio da prova, participei de duas cenas diferentes.

A primeira: vi um colega do Rebas caindo, parei e o ajudei. Quando ele estava legal, pedi para ele ir embora. E, quando fui pegar a minha bike, uma outra colega caiu no mesmo buraco. Corri e ajudei ela a se recuperar e, depois de tudo, ela continuou.

E minha maior alegria, depois, foi saber que ela completou a prova e subiu no Grande Pódio.

Na chegada de sábado, me emocionei, pois consegui completar a tempo e fui bem recebido pelos colegas.

No domingo, completando a prova, foram outros momentos inesquecíveis, pois até picadas de abelhas eu sofri. Mas a chegada é que foi a minha maior superação, pois consegui algo **INÉDITO**.

Foi uma prova de regularidade e boa organização.

**NÃO POSSO ESQUECER**, é claro, a alegria bem estampada no rosto da DÉBORA com o meu resultado, pois minha classificação no geral, pela primeira vez, foi **20º lugar**.

Quero agradecer aos meus grandes colegas: GABRIEL, GRANDE SÉRJÃO, O NADADOR INALDO, RENATO, JOÃO E O EDOARDO.

Resumindo:

**FOI MUUUUUUITO LEGAAAAAAAL!!!!!!!**

Até o ano que vem!!!

**OBS.:** Gabriel e Sêrjão, espero que vocês não esqueçam da promessa para o ano que vem!!!!!!!

**Carlos**

## Gabriel Almeida

Quem pensava em ir e não foi simplesmente perdeu a melhor experiência que um biker pode ter em trilhas.

Logo no primeiro dia, com belos 75 km pela frente, comecei fazendo como vários bikers experientes haviam me falado:

“… comece poupando energia, pois essa prova sempre é muito difícil…”

Difícil?

Vocês estão todos doidos. Difícil é pouco. Essa prova é difícil bagaraio, ou, como diria nosso amigo Jales Macalé:

“… Isso é desumano…”

Com aquelas escala-bike — pois chamar de empurra-bike não expressaria realmente o que foi aquilo, nem as motos estavam subindo direito —, o primeiro dia tornou-se quase impossível para mim de ser zerado dentro do tempo máximo de prova.

Mas, tirando as escaladas que fizemos, tivemos também trechos maravilhosos, como singles de muitos quilômetros que pedíamos para que não acabassem, muitas pirambas boas de largar a bike, trechos que exigiam ao máximo a técnica do biker e, mais ainda, a resistência da bike.

Afinal, pensem em juntar todas as trilhas Rebas do ano numa só. Teríamos todos os tipos de terreno e situações num só dia.

Esse foi o **IRON BIKER 2007**.

No km 35, após duas escala-bike, senti fortes cãibras nas panturrilhas e no quadríceps esquerdo, o que me fez ficar parado por quase 30 minutos e decidir concluir a prova em ritmo de passeio; caso contrário, eu não chegaria ao final.

Ao final do primeiro dia de prova, chegando à Praça de Ouro Preto, ainda teríamos que encarar uma descida com desnível de quase 400 metros em apenas 2 quilômetros de paralelepípedos, que acabaram com meus freios, dedos e músculos dos braços.

Fiz essa descida com várias paradas. Afinal, a bandeirada de chegada já havia sido dada e eu estava morto.

Com o espírito Rebas de ser, fiquei esperando meus companheiros de aventuras, Sérgio e Inaldo, chegarem desse desafio, e já com a bike na revisão para encarar o segundo dia.

Com todos reunidos, fomos para o hotel comer uma bela macarronada e dormir, pois estávamos todos exaustos.

Para o segundo dia de prova, como a largada seria em Mariana, cidade em que estávamos lotados, dormi até o último momento e decidi chegar já pedalando na hora da largada.

E que decisão mais acertada essa!

Chegamos, Sérgio e eu, já no momento da largada e nos alinhamos — furando fila — para mais um dia de pedal pelos morros mineiros.

Por incrível que pareça, eu estava bem melhor que no primeiro dia e, da metade da prova para frente, decidi apertar o ritmo e aumentar a adrenalina, pois, segundo a altimetria da prova, o segundo dia seria um dia com menos subidas.

Ledo engano!

Só não tinha escala-bike. Nesse dia, sim, tivemos dois empurra-bike fortes, mas que não tiraram o brilho de mais uma trilha maravilhosa e, na minha opinião, muito mais prazerosa que a do primeiro dia, pela quantidade de singles, descidas radicais e trechos técnicos apresentados.

E, por falar em descidas, eu quase encontrei com uma cerca quando tentava acompanhar um camarada numa Cannondale full.

Eu estava a 65 km/h, freando muito, e a bike não parava.

Mas, tirando esse susto, o dia foi ótimo e consegui chegar ao final da prova tranquilo.

E não tenho nem como descrever qual é a sensação de chegar ao final e levantar a bike no pódio, com a vibração da galera te aplaudindo.

Só quem passa é que sabe.

A viagem com a equipe Rebas foi maravilhosa em todos os aspectos.

Estou aguardando ansioso para o IRON do ano que vem e com uma promessa feita entre alguns para começar a treinar desde já: dieta e treino, hein! Vou cobrar de quem prometeu.

Inaldo, o discurso do Churchill traduz bem mesmo nosso espírito nessa aventura. E vamos todos com esse pensamento para o IRON do ano que vem.

“… We shall fight in the hills, we shall never surrender…”

**IRON RULEZ**

Abs,

**Gabriel**

## Edoardo Lando

Demorei um pouco para escrever o meu depoimento — esperei o cansaço passar em busca de maior objetividade.

Sábado, chegando na Praça de Ouro Preto, depois de muitas horas de briga com subidas além do limite, o julgamento do IB foi:

**”Muito sofrimento, pouco divertimento.”**

Hoje vejo o quadro na sua integridade.

Na verdade, alguns eventos são mais “eventos” que os outros. A “Corrida de São Silvestre”, por exemplo, não é mais difícil nem mais fácil que dezenas de outras corridas no Brasil; porém, participar tem um sabor diferente.

O mesmo é a Maratona de Nova York que, por motivos não racionais, se torna “muito mais maratona” que as outras.

Na mesma linha é o IB, ou seja, é a **”Trilha” com o T maiúsculo.**

Eu não estava preparado para participar do IB. Tudo era planejado para eu não ir a Ouro Preto. Depois, as condições mudaram e surgiu uma possibilidade.

De pressa, mas muito de pressa, arrumei as coisas.

Obrigado, Paulo, por ter levado a bicicleta, ter esperado em BH e dado a melhor assistência possível.

Ao longo dos anos, aprendi que, se você deixa passar as oportunidades… a vida vai junto.

Então, **Carpe Diem, viva o momento!**

Uma participação imperfeita é muito melhor que ficar olhando pela janela.

As crônicas das dificuldades foram muito bem relatadas pelos colegas que já enviaram o depoimento.

Outros evidenciaram a disponibilidade dos Rebas em se ajudar e em ajudar — não existe rivalidade com outros grupos.

Ajudei pessoas a superar momentos difíceis e fui ajudado.

Obrigado, Romeo, por ter colocado a gancheira no lugar.

Agora, vendo as fotos das centenas de camisetas coloridas subindo pelas trilhas de Ouro Preto, tenho um sentimento bom: eu estava lá, eu sou um desses pontinhos verdes, eu participo dessa humanidade.

Em uma palavra: o cansaço passa, as lembranças ficam, para sempre.

Para concluir, dois cartões-postais:

**1)** Praça de Ouro Preto: o padre que, depois da reza, tira a batina e, voilà, está de bermuda e camiseta, pronto para largar;

**2)** Periferia de Mariana: alguns garotinhos pedem uma garrafinha — e eu realmente não tinha — e, contrariados pela resposta negativa, quebram uma colmeia. Um enxame de abelhas furiosas obriga a um sprint não programado, que queima as últimas e poucas energias.

Para a crônica, só uma picada, que nem doeu.

**Edoardo**

## Leo Feltrin

Rebas,

Antes tarde do que mais tarde…

Como ainda sinto algumas pequenas dores musculares da empreitada no Iron, acho que ainda está em tempo de enviar meu depoimento… hehehehehe.

Gostei muito de ler o que o Edoardo escreveu, principalmente a parte sobre aproveitar as oportunidades e **”Carpe Diem”**.

Ainda bem que não deixei passar esta do Iron, que acabou se tornando um dos eventos mais marcantes que vivi neste ano e que deverá influenciar muito minhas perspectivas futuras sobre capacidade de fazer e superar limites pessoais!

Desnecessário falar novamente sobre as dificuldades e a beleza das trilhas.

Foram realmente muito bem escolhidas e a adrenalina correu solta!

Deu até mesmo uma grande vontade de um dia poder voltar por lá e refazer aqueles caminhos com mais calma, pois a tensão e o esforço às vezes não permitiam apreciar toda a beleza e peculiaridades que estavam disponíveis em volta…

Mas acho legal dizer, até como incentivo aos interessados, que o desafio é bem possível de ser vencido.

Eu mesmo, quando ouvi pela primeira vez alguém falar sobre o Iron e seus desafios — no primeiro semestre deste ano —, pensei que era muiiiiita areia para o meu caminhãozinho…

Um projeto para, quem sabe, 2008 ou 2009…

Mas comecei a encarar as trilhas mais difíceis do calendário Rebas.

A primeira foi a trilha da Jiboia, nos 70 km da Ceilândia; Volta ao Lago; Superando Limites e algumas competições que surgiram, com mais de 60 km — Formosa, Copa Ei em Goiás Velho, Mocajee, 100 km do Cerrado —, sempre com o objetivo maior de terminar o percurso dentro do prazo máximo estabelecido pelos organizadores…

E acabou que o sonho do Iron tornou-se realizável, ainda em 2007!

Detalhe: até o ano passado eu era muito sedentário. Não tinha nenhuma atividade física regular e pesava 11 quilos mais do que agora.

Meus finais de semana eram um tédio…, muito diferentes dos atuais, em que anseio por chegar logo o domingão, vestir a verdinha, encontrar o pessoal e curtir mais uma aventura na bike!

Sou muito grato aos amigos Rebas que dispõem de seu tempo e paciência para organizar as trilhas, nos apoiar e incentivar, e pela qualidade de vida que alcancei com essa atividade.

Abraços,

**Leo Feltrin**

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